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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Texto</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>Interpretaçaõ de texto</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 10:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[Interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe quando você lê o texto da prova e não entende o que o cara quis dizer? Pois bem, isso não pode mais existir. NUNCA. Interpretação de texto é um dos pontos chaves de vários concursos, então temos que praticar muito. Por isso, hoje vem aqui uma questão para você. Vamos fazê-la? Lembrei-me daquele começo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você lê o texto da prova e não entende o que o cara quis dizer? Pois bem, isso não pode mais existir. NUNCA. Interpretação de texto é um dos pontos chaves de vários concursos, então temos que praticar muito. Por isso, hoje vem aqui uma questão para você. Vamos fazê-la?</p>
<p><span id="more-3928"></span><br />
Lembrei-me daquele começo de campanha e do seu esforço para conseguir uma notinha. Você, que nunca foi jornalista, acionou a imprensa como nós todos juntos não conseguimos. No início, cheguei a ouvir: “Mais velho do que a fome só o Betinho”. Em pouco tempo, você fez de si novidade e da fome, notícia. Você se impôs e nos pôs a serviço de sua causa.</p>
<p>Algumas pessoas o classificavam como assistencialista, idealista, utópico, querendo dizer que não passava de um sonhador. Como bom mineiro, você ria. Elas não percebiam que você sabia que não ia abolir a fome nem erradicar a miséria. O que queria era tirar o país do conformismo, passar da indignação à ação, mostrar que a fome e a miséria são um escândalo. O que você quis foi derrotar a razão cínica e substituí-la por uma razão ética.</p>
<p>Zuenir Ventura. “Como imaginar que dessa vez era pra valer?” In: <em>Crônicas de um fim de século. </em>Rio de janeiro: Objetiva, 1999, p.216 (com adaptações).</p>
<p>1)      Com relação às idéias e aos aspectos gramaticais do texto, julgue os itens que se seguem (certo ou errado):</p>
<p>a)No primeiro parágrafo do texto, o autor narra o empenho de uma pessoa para instituir uma campanha de combate à fome e à miséria.</p>
<p>b)No segundo parágrafo do texto, o autor estabelece uma oposição entre dois tipos existentes de “razão”.</p>
<p>Gabarito: 1) a)Certa. O objetivo do parágrafo é relatar acontecimentos: a Campanha de Betinho contra a fome e a miséria (“ Em pouco tempo, você fez de si novidade e da fome, notícia”).</p>
<p>b)Certa. Por outro lado, o segundo parágrafo tem como objetivo apresentar a dualidade da campanha de Betinho, apresentando características dissertativo-expositivas.</p>
<p>Extraído do livro: Português simplificado para concursos, vol. II: gramática e interpretação de textos, análise</p>
<p>sintática, pontuação etipologia textual, questões com comentários e provas de variadas bancas / Fernando</p>
<p>Figueiredo, AdrianaFigueiredo. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2009</p>
<p>Cedido pela professora auxiliar Glaucia Dornellas.</p>
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		<title>Vamos afiar a língua?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 10:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[Questão]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>

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		<description><![CDATA[Não, não vamos falar mal de ninguém Estamos falando de deixar o seu português cada vez melhor. Assim, aqui vai um material massa (neologismo que significa &#8220;muito bom&#8221;) para você ficar afiado na interpretação de texto e detonar (mais um neologismo) nas provas. Pronto? Já! (CESPE/Agente de Polícia Federal/2012) 1 Dizem que Karl Marx descobriu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não vamos falar mal de ninguém <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Estamos falando de deixar o seu português cada vez melhor. Assim, aqui vai um material massa (neologismo que significa &#8220;muito bom&#8221;) para você ficar afiado na interpretação de texto e detonar (mais um neologismo) nas provas. Pronto? Já!</p>
<p><span id="more-3831"></span></p>
<p><strong>(CESPE/Agente de Polícia Federal/2012)</strong></p>
<p>1 Dizem que Karl Marx descobriu o inconsciente três</p>
<p>décadas antes de Freud. Se a afirmação não é rigorosamente</p>
<p>exata, não deixa de fazer sentido, uma vez que Marx, em</p>
<p>4  O Capital, no capítulo sobre o fetiche da mercadoria,</p>
<p>estabelece dois parâmetros conceituais imprescindíveis para</p>
<p>explicar a transformação que o capitalismo produziu na</p>
<p>7subjetividade. São eles os conceitos de fetichismo  e de</p>
<p>alienação, ambos tributários da descoberta da mais-valia – ou</p>
<p>do inconsciente, como queiram.</p>
<p>10 A rigor, não há grande diferença entre o emprego</p>
<p>dessas duas palavras na psicanálise e no materialismo histórico.</p>
<p>em Freid, o fetiche organiza a gestão perversa do desejo</p>
<p>13 sexual e, de forma menos evidente, de todo desejo humano; já</p>
<p>a alienação não passa de efeito da divisão do sujeito, ou seja,</p>
<p>da existência do inconsciente. Em Marx, fetiche da</p>
<p>16 mercadoria, fruto da expropriação alienada do trabalho, tem</p>
<p>um papel decisivo na produção “inconsciente” da mais-valia.</p>
<p>o sujeito das duas teorias é um só: aquele que sofre e se indaga</p>
<p>19 sobre a origem inconsciente de seus sintomas é o mesmo que</p>
<p>desconhece, por efeito dessa mesma inconsciência, que o poder</p>
<p>encantatório das mercadorias é condição não de sua riqueza,</p>
<p>22 mas de sua miséria material e espiritual. Se a sociedade em que</p>
<p>grande organizador do laço social.</p>
<p>Maria Rita Kehl. 18 crônicas e mais algumas. São Paulo: Boitempo, 2011, p.142</p>
<p>(com adaptações).</p>
<p>Marque C – Certa ou E – Errada.</p>
<p>(    ) 1) Com correção gramatical, o período “A rigor (&#8230;) histórico”  (l.10-11) poderia,</p>
<p>Sem se contrariar a idéia original do texto, ser assim reescrito: Caso se proceda com rigor,</p>
<p>a análise desses  conceitos, verifica-se que não existe diferenças entre eles.</p>
<p><strong>Gabarito:</strong></p>
<p>Resposta E. No texto não se afirma a não existência de diferenças entre os conceitos, apenas informa a possibilidade de haver uma pequena distinção.</p>
<p>Cedido pela professora auxiliar Glaucia Dornellas</p>
<p><strong> </strong></p>
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