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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Sujeiros da Relação Processual</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>Domingo tem prova do MPPE? Hoje tem dicas de Processo Penal</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/domingo-tem-prova-do-mppe-hoje-tem-dicas-de-processo-penal/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Processo Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Sujeiros da Relação Processual]]></category>

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		<description><![CDATA[Opa, opa, tem coisa melhor do que receber agora dicas para a prova de domingo do MPPE? Tem, né? Receber as respotas. Mas isso a gente não pode dar, então fique com dicas sobre Sujeitos da relação processual. Assunto de Processo Penal que deve cair na prova. Ah, e boa sorte, viu! Olá, pessoal. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Opa, opa, tem coisa melhor do que receber agora dicas para a prova de domingo do MPPE? Tem, né? Receber as respotas. Mas isso a gente não pode dar, então fique com dicas sobre Sujeitos da relação processual. Assunto de Processo Penal que deve cair na prova. Ah, e boa sorte, viu!</p>
<p><span id="more-3109"></span></p>
<p>Olá, pessoal. Como faltam apenas dois dias para a Prova do MPPE, resolvi fazer um pequeno resumo sobre um assunto que é muito cobrado pela FCC: SUJEITOS DA RELAÇÃO PROCESSUAL.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os sujeitos da relação processual são todas as pessoas que atuam no processo. Eles subdividem-se em principais e acessórios:</p>
<p><strong>PRINCIPAIS</strong> – aqueles cuja ausência torna impossível a existência da relação jurídica processual: juiz, autor, e acusado.</p>
<p><strong>ACESSÓRIOS</strong> &#8211; são aqueles que, não sendo indispensáveis à existência da relação processual, nela intervêm de alguma forma: assistentes, auxiliares da justiça e os terceiros, interessados ou não, que atuam no processo.</p>
<p><strong>Obs</strong>.: Se a prova não mencionar qualquer das divisões acima, ou seja, utilizar apenas a expressão “são sujeitos da relação processual”, ela estará se referindo aos sujeitos principais; foi o que ocorreu p. ex. na prova do TJ em 2007 para o cargo de Técnico Judiciário e nesse ano para o cargo de Oficial de Justiça. Vejamos:</p>
<p><strong>(TJ-PE/2012 &#8211; Oficial de Justiça &#8211; Judiciária e Administrativa) &#8211; </strong>Considere:</p>
<p>I. Juiz.</p>
<p>II. Acusado.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">III. Advogado. </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">IV. Perito. </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">V. Testemunha</span></strong><strong>. </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">NÃO integram a relação processual</span>, dentre outras, as pessoas indicadas APENAS em</p>
<p>a) I, II e III.</p>
<p>b) I, II e IV.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> c) III, IV e V.</span></strong></p>
<p>d) I e III.</p>
<p>e) IV e V.</p>
<p>(<a href="http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2007-tj-pe-tecnico-judiciario-area-administrativa">FCC &#8211; 2007 &#8211; TJ-PE &#8211; Técnico Judiciário &#8211; Área Administrativa</a>) -Considere:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">I. Juiz. </span></strong></p>
<p>II. Escrivão.</p>
<p>III. Oficial de Justiça.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">IV. Ministério Público. </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">V. Acusado. </span></strong></p>
<p>São sujeitos da relação processual os indicados APENAS em</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">a) I, IV e V. </span></p>
<p>b) I e V.</p>
<p>c) II, III e IV.</p>
<p>d) III, IV e V.</p>
<p>e) IV e V.</p>
<p>Percebam que a FCC só se refere apenas aos sujeitos principais, quais sejam: (1)Juiz; (2)autor (Ministério Público ou querelante) e (3)Réu (acusado ou querelado).</p>
<p>Além disso, um ponto extremamente importante deste assunto são as regras de impedimento e suspeição do juiz, previstas nos artigos 252 e 254, respectivamente, do CPP. São apenas dois artigos, porém, de fundamental importância, já que é muito comum ser cobrado pela FCC. Vejamos:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">IMPEDIMENTO</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>252. <span style="text-decoration: underline;">O juiz não poderá exercer jurisdição no processo em que</span>: </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>I &#8211; tiver funcionado seu cônjuge ou parente, consangüíneo ou afim, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, como defensor ou advogado, órgão do Ministério Público, autoridade policial, auxiliar da justiça ou perito;</strong></p>
<p><em>(Imaginem que o filho do Juiz é delegado de polícia é presidiu o inquérito policial&#8230;após denúncia do MP o processo “caiu” nas mãos do Juiz/pai do delegado: é lógico que esse magistrado não poderá atuar, pois falta-lhe imparcialidade). </em></p>
<p><strong>II &#8211; ele próprio houver desempenhado qualquer dessas funções ou servido como testemunha; </strong></p>
<p><em>(Pelo mesmo motivo não pode atuar o juiz que, p. ex., era Delegado e posteriormente aprovado em concurso de Juiz depara-se com um processo que ele mesmo, no passado, havia instaurado o inquérito policial).</em></p>
<p><strong>III &#8211; tiver funcionado como juiz de outra instância, pronunciando-se, de fato ou de direito, sobre a questão; </strong></p>
<p><em>(É o caso do juiz que depois de promovido ao Tribunal, encontra-se diante de um recurso em face de uma decisão sua proferida no passado).</em></p>
<p><strong>IV &#8211; ele próprio ou seu cônjuge ou parente, consangüíneo ou afim em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, for parte ou diretamente interessado no feito.</strong></p>
<p><em>(Não tem como exigir imparcialidade de um juiz quando diante de uma situação em que ele ou seus familiares tiverem interesse no feito. Cuidado com o art. 135, V, do CPC, uma vez que trata de uma hipótese bastante parecida, porém, lá, o juiz é <span style="text-decoration: underline;">suspeito</span>).</em></p>
<p>Atenção: Percebam que o grau de parentesco é sempre até o 3º (terceiro). É muito comum a FCC colocar <span style="text-decoration: line-through;">“até quarto grau”.</span> Além disso, a mesma hipótese do inciso I deste artigo, encontramos no Art. 134, IV, do CPC, porém, lá o grau de parentesco é até o segundo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">SUSPEIÇÃO</span></strong></p>
<p>Art. 254. O juiz dar-se-á por <strong>suspeito</strong>, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes:</p>
<p><strong>I &#8211; se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer deles;</strong></p>
<p><em>(Aqui a inimizade ou amizade é entre o Juiz e as PARTES. Se o juiz for amigo íntimo do <span style="text-decoration: underline;">advogado</span> da parte, isso não é hipótese de suspeição, muito menos de impedimento. Lembrem-se que o MP também é parte, logo, está correta a questão que afirma ser suspeito o Juiz inimigo capital do Promotor de Justiça). </em></p>
<p><strong>II &#8211; se ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia;</strong></p>
<p><em>(O juiz é suspeito, p.ex., para atuar num processo de um acusado de homicídio (dolo eventual) no trânsito, que trafegava em alta velocidade; quando sua esposa está respondendo processo pelo mesmo fato, mesmo que seja em comarca diferente). </em></p>
<p><strong>III &#8211; se ele, seu cônjuge, ou parente, consangüíneo, ou afim, até o terceiro grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes;</strong></p>
<p><em>(Neste caso, o juiz tem interesse em uma causa diversa, cujo julgamento compete a uma das partes. É o caso do juiz que responde a um processo no Tribunal. Porém, esse mesmo juiz preside um feito em que o filho de um desembargador é réu. Esse desembargador é suspeito para julgar o juiz).</em></p>
<p><strong>IV &#8211; se tiver aconselhado qualquer das partes;</strong></p>
<p><em>(É a hipótese do juiz que tenha dado um conselho, seja profissional ou conselho de vizinho mesmo, a alguém que após ingressar em juízo, coincidentemente, o processo “caiu” em suas mãos.)</em></p>
<p><strong>V &#8211; se for credor ou devedor, tutor ou curador, de qualquer das partes;</strong></p>
<p><em>(Aqui o juiz seria suspeito em ter interesse financeiro indireto no resultado da demanda)</em></p>
<p><strong>VI &#8211; se for sócio, acionista ou administrador de sociedade interessada no processo.</strong></p>
<p><em>(Mais uma hipótese de interesse financeiro. Não tem como exigir do juiz uma imparcialidade para emitir um juízo de valor isento). </em></p>
<p><em>Vamos para algumas questões sobre o tema.</em></p>
<p>(<a href="http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2007-tre-pb-analista-judiciario-area-judiciaria">FCC &#8211; 2007 &#8211; TRE-PB &#8211; Analista Judiciário &#8211; Área Judiciária</a>) &#8211; O juiz não poderá exercer jurisdição no processo</p>
<p>a) se seu ascendente ou descendente estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia.</p>
<p>b) em que seu parente consangüíneo em linha reta de quarto grau for parte ou diretamente interessado no feito.</p>
<p>c) em que for amigo íntimo, bem como credor ou devedor de qualquer das partes.</p>
<p>d) se seu cônjuge estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia.</p>
<p>e) em que tiver funcionado parente afim em linha colateral de terceiro grau como órgão do Ministério Público.</p>
<p>Comentários:</p>
<p>a)       Hipóteses de suspeição;</p>
<p>b)       Não é até quarto grau e sim até terceiro. Vimos que todas as hipóteses é até terceiro grau;</p>
<p>c)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>d)       Também hipótese de suspeição</p>
<p>e)       CORRETO. Art. 252, I.</p>
<p>(<a href="http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2010-tce-ap-procurador">FCC &#8211; 2010 &#8211; TCE-AP &#8211; Procurador</a>) -No que concerne aos sujeitos processuais, é correto afirmar que</p>
<p>a) é suspeito o juiz que for amigo íntimo ou inimigo capital do defensor do acusado.</p>
<p>b) é cabível recurso em sentido estrito da decisão que não admite o assistente do Ministério Público.</p>
<p>c) ocorre suspeição do juiz, se este for administrador de sociedade interessada no processo.</p>
<p>d) poderá ser perito no processo aquele que tiver opinado anteriormente sobre o objeto da perícia, desde que tal ressalva conste do preâmbulo do laudo.</p>
<p>e) a defesa técnica, quando realizada por defensor público ou constituído, será sempre exercida através de manifestação fundamentada.</p>
<p>Comentários:</p>
<p>a)       Percebam que a questão usa a velha casquinha de banana: “amigo do advogado da parte”. Conforme vimos anteriormente, o juiz só é suspeito quando a amizade ou inimizade for com qualquer das partes e não com seus advogados.</p>
<p>b)       Conforme Art. 273 do CPP, do despacho que admitir, ou não, o assistente, não caberá recurso, devendo, entretanto, constar dos autos o pedido e a decisão.</p>
<p>c)       CORRETO. Inc VI do art. 254.</p>
<p>d)       Falso. Ver art. 279, II.</p>
<p>e)       Defensor público ou <span style="text-decoration: underline;">dativo</span>. Art. 261, parágrafo único. Casquinha de banana!</p>
<p>(<a href="http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2010-tj-pi-assessor-juridico">FCC &#8211; 2010 &#8211; TJ-PI &#8211; Assessor Jurídico</a>) -NÃO ocorre suspeição nos casos em que o juiz</p>
<p>a) for devedor de qualquer das partes.</p>
<p>b) for amigo íntimo ou inimigo capital do defensor do acusado.</p>
<p>c) estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia.</p>
<p>d) tiver aconselhado qualquer das partes.</p>
<p>e) for administrador de sociedade interessada no processo.</p>
<p>Comentários:</p>
<p>a)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>b)       Juiz amigo do defensor/advogado da parte, conforme vimos anteriormente, não é suspeito. CORRETO.</p>
<p>c)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>d)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>e)       Hipótese de suspeição.</p>
<p>(<a href="http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2010-trf-4a-regiao-analista-judiciario-area-judiciaria-execucao-de-mandados">FCC &#8211; 2010 &#8211; TRF &#8211; 4ª REGIÃO &#8211; Analista Judiciário &#8211; Área Judiciária &#8211; Execução de Mandados</a>) -O juiz não poderá exercer função no processo em que</p>
<p>a) for credor ou devedor, tutor ou curador, de qualquer das partes.</p>
<p>b) ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia.</p>
<p>c) seu parente, consanguíneo ou afim em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, for diretamente interessado no feito.</p>
<p>d) tiver aconselhado qualquer das partes.</p>
<p>e) ele, seu cônjuge, ou parente, consanguíneo, ou afim, até o terceiro grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes.</p>
<p>Comentários:</p>
<p>a)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>b)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>c)       Hipótese de impedimento. CORRETO. Art 252, IV.</p>
<p>d)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>e)       Hipótese de suspeição.</p>
<p>Por fim, vale destacar o artigo 256 do CPP. A suspeição não poderá ser declarada nem reconhecida, quando a parte injuriar o juiz ou de propósito der motivo para criá-la. É a chamada “suspeição provocada”. Esse dispositivo evita que a parte afaste facilmente o juiz da causa, valendo-se da astúcia e da própria torpeza.</p>
<p>(<a href="http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2007-trf-2r-analista-judiciario-area-judiciaria">FCC &#8211; 2007 &#8211; TRF-2R &#8211; Analista Judiciário &#8211; Área Judiciária</a>) -A suspeição do juiz não poderá ser declarada nem reconhecida, quando</p>
<p>a) o juiz for sócio, acionista ou administrador de sociedade interessada no processo.</p>
<p>b) o juiz for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes.</p>
<p>c) o juiz tiver aconselhado qualquer das partes</p>
<p>d) a parte injuriar o juiz ou de propósito der motivo para criá-la.</p>
<p>e) ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia.</p>
<p>Comentários:</p>
<p>a)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>b)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>c)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>d)       CORRETO. Art. 256 CPP;</p>
<p>e)       Hipótese de suspeição;</p>
<p>Bons estudos e ótima prova.</p>
<p><em> </em></p>
<p>Cedido pelo professor auxiliar Rômulo Tadeu</p>
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