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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Mães</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>FELIZ DIA DAS MÃES! INCLUSIVE AS CONCURSEIRAS</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 12:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olha que legal, achamos um texto na net que tem tudo a ver com as mamãe concurseiras e achamos que tinhamos que postar aqui hoje, pois dá dicas para as mamães que estão tentando estudar! Então vamos ler? Elas não pulam de prédios, vêem através de paredes ou voam de uniforme, mas têm super poderes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha que legal, achamos um texto na net que tem tudo a ver com as mamãe concurseiras e achamos que tinhamos que postar aqui hoje, pois dá dicas para as mamães que estão tentando estudar! Então vamos ler?</p>
<p><span id="more-3118"></span></p>
<p>Elas  não pulam de prédios, vêem através de paredes ou voam de uniforme, mas  têm super poderes. Exímias donas de casa durante o dia e assíduas  frequentadoras de cursinhos preparatórios à noite, as mães concurseiras  compõem hoje uma nova modalidade de super-heróis, afinal só uma  verdadeira heroína consegue ao mesmo tempo ler uma apostila de 400  páginas de direito administrativo e constitucional e pensar no prato  favorito do filho para o almoço do outro dia.</p>
<p>Mas  nada é tão fácil como parece. No caminho para a aprovação e  estabilidade profissional, muitos vilões aparecem para desviá-las de seu  objetivo; como o tempo, por exemplo, ou a falta dele. Nessa luta diária  para conciliar estudos e família e para satisfazer os dois lados com  qualidade, o que motiva toda supermãe é a certeza de que vale a pena o  sacrifício em nome do futuro dos filhos. Conheça abaixo as histórias de  algumas delas.</p>
<p><strong>Super Marcela </strong></p>
<p>Quatro  meses antes de saber que seria mãe, Marcela Muratori, 31, largou o  trabalho como administradora na iniciativa privada e decidiu virar  concurseira. Com a notícia do bebê, ela resolveu parar os estudos e  recomeçá-los apenas quando o pequeno Arthur completasse um ano de vida.  Apesar do começo atribulado, hoje a estudante consegue administrar bem  sua própria rotina. “Acordo todos os dias às 6h, levo meu filho às 7h30  para a escola de tempo integral, volto, dou uma arrumada na casa, e tiro  o resto da manhã e a tarde para estudar. Quando o Arthur chega às 18h  fico com ele até a hora de dormir e volto a estudar até meia noite”.  Nessa maratona, ela só tem folga nos finais de semana, quando se dedica  exclusivamente ao filho; e mesmo muito disciplinada, ela admite que  nenhuma rotina está livre de alterações quando se trata dos pequenos.  “Sempre penso no Arthur em primeiro lugar, ele quem me dá convicção e  força para continuar estudando, mas nessa semana mesmo ele teve começo  de pneumonia e não pude estudar muito”, relata.</p>
<p><strong>Super Adelina </strong></p>
<p>Mesmo  com apenas uma filha e já crescida &#8211; Bruna tem hoje 20 anos -, Adelina  de Andrade  também encontra dificuldades para conciliar o papel da  família e dos estudos em sua vida. Como mora com a mãe, a casa quase  sempre fica lotada de netos, e o pior, Adelina descobriu há dois anos  que possui Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH),  que não a deixa se concentrar nos estudos sem que haja silêncio  absoluto. “Estudar com a responsabilidade de passar não é fácil, então a  colaboração de todos é fundamental. Mesmo com a lei que criei aqui em  casa, de que a prioridade é sempre para quem está estudando, o melhor  horário que encontrei é de madrugada &#8211; fico acordada até às 2h da  manhã”. Em meio a todas as provações, a super mãe Adelina não se deixa  abater, e com todo o conhecimento adquirido na vida, ela deixa um  conselho valioso aos filhos: “Estudem quando a mãe mandar, porque assim a  vida ficará mais fácil”.</p>
<p><strong>Super Camila </strong></p>
<p>Enquanto  Camila Lopes, 28, estuda, o bebê de quatro anos assiste televisão ou  brinca. Geralmente é interrompida. “Ele fica me chamando e eu tenho que  largar os livros. Às vezes até desisto e fico com ele de uma vez”.  Quando arranja um horário livre, entre as brechas dos compromissos  diários, ela aproveita para colocar o estudo em dia. De acordo com a  concurseira, nem sempre o tempo é bem aproveitado. “Quando chega a hora  do meu filho para dormir é um daqueles momentos em que há paz para  estudar. Mas aí já fiz tanta coisa durante o dia que fico muito  cansada”.</p>
<p>Para  ela, o esforço de passar em um concurso é um investimento que demanda  sacrifícios – e vale a pena. Além da vaga, Camila pretende conquistar o  gosto do filho pelos livros. “Sempre tento levar a lição também. Eu  digo: ‘filho, a mamãe vai estudar agora’ e acho que isso acaba  incentivando”, destaca.</p>
<p><strong>Super Ana Claudia</strong></p>
<p>A  estudante Ana Claudia Graim, 40, se dedica aos concursos há um ano.  Metade desse período foi utilizado para superar a saída do trabalho. Em  processo de divórcio e mãe de três crianças, ela precisou pensar bem na  decisão de se dedicar exclusivamente aos estudos. “Trabalho desde a  faculdade. Foi um processo difícil, em que eu ficava muito deprimida por  achar que estava fazendo algo errado e por não ter mais o dinheiro que  eu tinha antes”, recorda.</p>
<p>A renda familiar diminuiu e o lazer ficou de lado. Ela e os filhos  passaram a viver da pensão que o marido oferece mensalmente. Os filhos,  segundo a estudante, foram compreensivos e solidários. “A gente não sai  mais da cidade, não vai a praia, mas eles entendem”, conta. “Às vezes  ficam estressados e ansiosos para que eu passe logo, mas disse a eles  que estamos em uma fase de plantar para colher depois: a parte da  plantação é o maior trabalho, o grande sacrifício, mas depois ficamos  bem”.</p>
<p><strong>Super Roberta </strong></p>
<p>A  professora Roberta Guedes, 40, dá aula em um cursinho preparatório para  concursos e em duas faculdades. Além disso, também é consultora  educacional em uma delas. Trabalha das 8h às 11h45, das 14h às 17h45 e  das 19h às 23h. Logo após a separação do marido, quando a filha tinha 8  anos e o filho, 6, Roberta percebeu que eles reclamavam muito sobre a  sua falta, e se não tinha mais ninguém para olhá-los, ela levava os  pequenos para as aulas. “Como professora, vejo que isso é muito comum  nas salas de aula. Não é o melhor para a criança, já que ele não está  acostumado com o ambiente, nem para a mulher, por se sentir  constrangida”, opina. Mas a professora não reclama da correria, acredita  que é possível viver bem com sua própria realidade, e deixa uma  mensagem para as mães que como ela se dividem em muitas para dar conta  do recado.  “Não é a quantidade do tempo que vai  dizer se a mãe é boa ou não, mas a qualidade. Não importa se o tempo que  ela tem é curto, o que importa é que seja um tempo bem aproveitado”.</p>
<p><strong>Dicas de especialista </strong></p>
<p>De  acordo com a psicóloga Stela Lobato, vida de mãe concurseira é  realmente complicada, mas o segredo vai além de saber aproveitar os  poucos momentos de paz que se apresentam, é preciso também provocá-los  dentro da rotina diária. “Muitas vezes, quando ao mesmo tempo estudamos e  olhamos as crianças, corremos o grande risco de não conseguir fazer nem  uma coisa nem outra. Por isso, é importante que a mãe reserve um tempo  para os estudos fora de casa. Seu desempenho, tanto nos estudos quanto  com a família, pode melhorar muito com idas periódicas a lugares calmos e  propícios à concentração, como as bibliotecas; enquanto isso, os filhos  ficam sob a supervisão da babá ou de pessoas da família”, recomenda.</p>
<p>Mas  se você é mãe solteira e não tem ninguém disponível para ficar de olho  nas crianças, a dica é a comunicação direta entre mãe e filho. “A partir  do momento em que a mãe decide estudar para concursos tem que haver uma  conversa com as crianças. Elas precisam entender porque não receberão  mais tanta atenção como antes. Isso inclusive evita que elas interpretem  a situação de forma errada e se culpem por não serem mais merecedoras  dos mimos da mãe &#8211; tal insegurança pode gerar ainda mais interrupções  nos estudos, pois provavelmente a criança se empenharia mais para chamar  a atenção”, alerta.</p>
<p>Para o  professor de cursos preparatórios para concursos e colunista do  CorreioWeb, Rogério Neiva, o momento de estudo tem que ser especial,  pois não há aprendizado sem foco. “A concentração envolve uma lógica  seletiva de estímulos, ao desconsiderar todos os estímulos alheios à  matéria que está sendo estudada”, argumenta. Se a mãe precisa competir a  atenção dada ao estudo com a do filho, o aprendizado ficará  prejudicado.</p>
<p>Porém,  Rogério também considera essencial estar com o filho e oferecer todo o  carinho que ele precisa. Por esse motivo, é importante reavaliar alguns  pontos. “O ideal é que se separe muito bem os momentos em que a mãe  estará dando atenção ao filho, dos momentos dedicados ao estudo”.  Segundo ele, esse “ideal” faz com que nem o estudo fique prejudicado e  nem o filho tenha sua atenção em segundo plano.</p>
<p>fonte: CorreioWeb</p>
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