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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Lógica</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>Questãozinha de Lógica para animar o dia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 10:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lógica]]></category>
		<category><![CDATA[Questão]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamoslá, treinar lógica, aprender lógica, entender lógica, tudo issoé necessário quando se quer fazer concurso público, afinal, 9 entre 10 provas pedem essa matéria. Então, nada melhor do que uma questão para garantir tudo isso. Vamos lá? Ah, e diz aí pra gente se você conseguiu acertar. (FCC – 2012 – MPPE – ANALISTA MINISTERIAL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamoslá, treinar lógica, aprender lógica, entender lógica, tudo issoé necessário quando se quer fazer concurso público, afinal, 9 entre 10 provas pedem essa matéria. Então, nada melhor do que uma questão para garantir tudo isso. Vamos lá? Ah, e diz aí pra gente se você conseguiu acertar.</p>
<p><span id="more-3623"></span></p>
<p><strong>(FCC – 2012 – </strong><strong>MPPE – ANALISTA MINISTERIAL – AREA JUDICIÁRIA</strong><strong>) </strong><strong>Em fevereiro de 2012, quatro irmãos, todos nascidos em janeiro, respectivamente nos anos de 1999, 1995, 1993 e 1989, se reuniram para abrir o testamento do pai que havia morrido pouco antes. Estavam ansiosos para repartir a herança de R$ 85.215,00. O texto do testamento dizia que a herança seria destinada apenas para os filhos cuja idade, em anos completos e na data da leitura do testamento, fosse um número divisor do valor da herança. Os filhos que satisfizessem essa condição deveriam dividir igualmente o valor herdado. O que cada filho herdeiro recebeu foi</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(A) 0,00</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(B) 21.303,75</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(C) 42.607,50</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(D) 28.405,00</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(E) 85.215,00</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">RESOLUÇÃO:</span></strong></p>
<p>Os 4 filhos nasceram em janeiro de anos diferentes, e o testamento foi aberto em fevereiro de 2012. Então é fácil afirmar que todos os filhos já fizeram aniversário, sendo o resultado da subtração de 2012 com o ano de nascimento de cada um a idade respectiva:</p>
<p>Filho A: 2012 – 1999 = 13 anos</p>
<p>Filho B: 2012 – 1995 = 17 anos</p>
<p>Filho C: 2012 – 1993 = 19 anos</p>
<p>Filho D: 2012 – 1989 = 23 anos</p>
<p>Dividindo-se o montante a ser recebido pela idade, saberemos qual o filho que irá receber a herança:</p>
<p><strong>A</strong> = 85.215,00 : 13 = 6.555</p>
<p><strong>B </strong>= 85.215,00 : 17 = 5.012,647</p>
<p><strong>C</strong> = 85.215,00 : 19 = 4.485</p>
<p><strong>D</strong> = 85.215,00 : 23 = 3.705</p>
<p>Então temos que a herança será dividida por 3 dos filhos: <strong>A, C e D</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Dividindo então 85.215,00 por 3 temos: 28.405,00</p>
<p>RESPOSTA:<strong> <span style="text-decoration: underline;">LETRA D</span></strong></p>
<p>Cedido pelo professor Bruno Casimiro<strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentários da prova do TJ PE- Lógica</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/comentarios-da-prova-do-tj-pe-logica/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 14:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concurso!]]></category>
		<category><![CDATA[Lógica]]></category>
		<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[TJ-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>

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		<description><![CDATA[Olha o professor Jairo Teixeira aqui com a gente novamente. Depois do recurso, aqui vão os comentários em video do que ele achou da prova. Vamos ver? E se você não viu o recurso que o prof. preparou, é só olha o post da manhã de hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha o professor Jairo Teixeira aqui com a gente novamente. Depois do recurso, aqui vão os comentários em video do que ele achou da prova. Vamos ver? E se você não viu o recurso que o prof. preparou, é só olha o post da manhã de hoje. <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BYh1CMJt4qk&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/BYh1CMJt4qk&amp;feature"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>O conteúdo de lógica no edital do TJ-PE tem lógica?</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/o-conteudo-de-logica-no-edital-do-tj-pe-tem-logica/</link>
		<comments>http://www.espacojuridico.com/blog/o-conteudo-de-logica-no-edital-do-tj-pe-tem-logica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 16:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concurso!]]></category>
		<category><![CDATA[Lógica]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[TJ-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente, o título deste post é uma resposta a muitos internautas que enviaram e-mails pedindo uma explicação para o tópico de lógica. E como precisamos saber exatamente o que estudar, já que esta matéria vai ser um dos diferenciais para a aprovação no TJ-PE, resolvemos pedir ao nosso querido professor Jairo Teixeira, que ele tirasse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, o título deste post é uma resposta a muitos internautas que enviaram e-mails pedindo uma explicação para o tópico de lógica. E como precisamos saber exatamente o que estudar, já que esta matéria vai ser um dos diferenciais para a aprovação no TJ-PE, resolvemos pedir ao nosso querido professor Jairo Teixeira, que ele tirasse essa dúvida cruel.  Vamos ver, né?  Ah, e não se preocupem, vamos abrir sim um curso online só de questões de lógica com o professor Jairo. Aguardem!</p>
<p><span id="more-1737"></span>Vocês têm razão sobre o conteúdo pedido em lógica.  Parece que fala, fala e nada diz!  Mas é o seguinte: Lógica Proposicional: Pode ser cobrado todo o conteúdo, portanto o  candidato deve estudar o conceito de proposições, tabela-verdade,  conectivos lógicos, classificação das proposições (Tautologia,  Contradição e Contingência), proposições equivalentes, diagramas lógicos e lógica de argumentação.</p>
<div></div>
<div>Além dessa teoria, a FCC costuma cobrar uma outra área do raciocínio  lógico que é muito mais de percepção, intuição até. São questões com  sequências de figuras, palavras, letras ou números (como testes  psicotécnicos!); joguinhos (questões com dominó, sudoku, jogo da velha etc); questões cobrando orientação espacial; problemas de  correlação; problemas aritméticos (questões de matemática, mas sem  cobrar nenhum conteúdo propriamente. Apenas as operações aritméticas e o  raciocínio).</div>
<div></div>
<div>Assim que o candidato entenda o edital nessas duas partes. A melhor  orientação é que ele baixe as provas passadas da FCC e ele terá uma boa  idéia do que é isso tudo!</div>
<p>Um grande abraço, sempre à disposição e fiquem com Deus,</p>
<p>Jairo Teixeira</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma questão de lógica.</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/uma-questao-de-logica/</link>
		<comments>http://www.espacojuridico.com/blog/uma-questao-de-logica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 18:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lógica]]></category>
		<category><![CDATA[Área Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Área Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Questões]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficou legal o título, não foi? Pode ser um trocadilho, como pode ser lido literalmente. Calma, já acabamos com a conversa fiada. Vamos direito para a questão. 1- (CESPE/PREVIC 2011) Considere o diagrama abaixo. Esse diagrama é uma prova de que o argumento a seguir é válido, ou seja, as proposições I e II são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficou legal o título, não foi? Pode ser um trocadilho, como pode ser lido literalmente. Calma, já acabamos com a conversa fiada. Vamos direito para a questão. <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-1427"></span></p>
<p>1- (CESPE/PREVIC 2011) Considere o diagrama abaixo.</p>
<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/21.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1428" title="2" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/21-300x81.png" alt="" width="300" height="81" /></a></p>
<p>Esse diagrama é uma prova de que o argumento a seguir é válido, ou seja, as proposições I e II são premissas e a proposição III é uma conclusão, pois é verdadeira por consequência das premissas.</p>
<p>I Nenhum analista administrativo é dançarino.</p>
<p>II Todos os dançarinos são ágeis.</p>
<p>III Logo, nenhum analista administrativo é ágil.</p>
<p>Vamos fazer um diagrama para cada hipótese:</p>
<p>I Nenhum analista administrativo é dançarino.</p>
<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/31.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1429" title="3" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/31.png" alt="" width="170" height="152" /></a></p>
<p>II-Todos os dançarinos são ágeis.</p>
<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1430" title="4" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/4.png" alt="" width="175" height="147" /></a></p>
<p>Com essas conclusões é possível que o conjunto (balão) analista administrativo esteja em qualquer lugar, portanto é possível que não tenha nada em comum com o conjunto dos dançarinos, assim, nada impede de termos um diagrama desta forma:</p>
<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1431" title="5" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/5.png" alt="" width="175" height="227" /></a></p>
<p>Ou seja, existindo pelo menos um analista administrativo ágil, assim o sendo a questão está ERRADA. Perceba que a questão, ao mostra uma das possibilidades de montagem do diagrama induz o candidato ao erro, não caia nessa.</p>
<p>Material cedido pelo professor auxiliar Fernando  Medeiros</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Lógica em questões? Sim, nós temos, é lógico :D</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/logica-em-questoes-sim-nos-temos-e-logico-d/</link>
		<comments>http://www.espacojuridico.com/blog/logica-em-questoes-sim-nos-temos-e-logico-d/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 12:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lógica]]></category>
		<category><![CDATA[Área Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Área Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Questões]]></category>

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		<description><![CDATA[Uhhh Lógica&#8230;E aí, vamos nessa ver como anda a sua? Questões com e sem comentários. As questões foram tiradas da prova da TRANSPETRO 2011, elaborada pela CESGRANRIO.Na primeira parte, você faz a questão e lê o comentário, na segunda, você encontra as mesmas questões, só que sem comentário. É bom para praticar sem espiar, então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uhhh Lógica&#8230;E aí, vamos nessa ver como anda a sua? Questões com e  sem comentários. As questões foram tiradas da prova da TRANSPETRO 2011,  elaborada pela CESGRANRIO.Na primeira parte, você faz a questão e lê o  comentário, na segunda, você encontra as mesmas questões, só que sem  comentário. É bom para praticar sem espiar, então se você não quer  aprender, mas sim testar, vá direto para a segunda parte. <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-1245"></span></p>
<p><img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />1-(CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior) Parte superior do formulário</p>
<p>A contrapositiva de uma proposição condicional é uma tautologia.</p>
<p>Porque</p>
<p>A tabela verdade de uma proposição condicional é idêntica à de sua contrapositiva.</p>
<p>Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que</p>
<p>a) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.<br />
b) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.<br />
c) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.<br />
d) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.<br />
e) as duas afirmações são falsas.</p>
<p>SOLUÇÃO &#8211; O ponto chave da resolução desta questão encontra-se no  conceito da contrapositiva de uma proposição condicional, vejamos então,  revisando alguns conceitos:</p>
<p>(contrária) A -&gt; B   Tem como “proposição contrária”   ¬A-&gt;¬B</p>
<p>Leia-se “Se A então B” tem como proposição contrária “Não A então não B”</p>
<p>Ex:  (Condicional) Se estudou então vai passar!<br />
(Contrária) Se não estudou então não vai passar!</p>
<p>(recíproca) A -&gt; B   Tem como “proposição recíproca”   B -&gt; A</p>
<p>Leia-se “Se A então B” tem como proposição recíproca  “B então A”</p>
<p>Ex:  (Condicional) Se estudou então vai passar!<br />
(Recíproca) Se passar então estudou!</p>
<p>Contra-Positiva A-&gt; B   Tem como “proposição contra-positiva”   ¬B-&gt;¬A</p>
<p>Leia-se “Se A então B” tem como proposição contra-positiva “¬B então ¬A”</p>
<p>Ex:  (Condicional) Se estudou então vai passar!<br />
(contra-positiva) Se não passar então não estudou!</p>
<p>A contra-positiva é bastante especial,  já que é uma equivalência lógica com a condicional, vejamos as tabelas-verdade:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="96" valign="top">A</td>
<td width="96" valign="top">B</td>
<td width="96" valign="top">¬A</td>
<td width="96" valign="top">¬B</td>
<td width="96" valign="top">A-&gt;B</td>
<td width="96" valign="top">¬B-&gt;¬A</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Veja que os valores lógicos de “A-&gt;B e ¬B-&gt;¬A” são iguais, com isso, configura-se a equivalência lógica.</p>
<p>Esta informação é muito importante, bom parte das questões podem ser  solucionadas com ela, atrevo-me a dizer que 70¢ das questões de lógica,  direta ou indiretamente usam a contra-positiva.</p>
<p>Voltemos às questões:</p>
<p>“A contra-positiva de uma proposição condicional é uma tautologia.”</p>
<p>FALSO, basta olhar para tabela-verdade acima, se a contra-positiva  fosse uma tautologia então todas  as suas combinações de resultado  seriam verdadeiras. Como é possível ver, a segunda linha da tabela  verdade é falsa.</p>
<p>“A tabela verdade de uma proposição condicional é idêntica à de sua contra-positiva”</p>
<p>VERDADE, basta, mais uma vez, olhar para a tabela-verdade.</p>
<p>Resposta, portanto, LETRA D</p>
<p>2- (CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior)  Deseja-se identificar cinco vagas de um estacionamento para uso da  diretoria de uma empresa, cada uma com uma cor. Entretanto, há  restrições: as vagas estão dispostas linearmente e são adjacentes, só há  três cores diferentes no almoxarifado e duas vagas consecutivas não  podem ter a mesma cor.<br />
De quantas maneiras essa identificação é possível?</p>
<p>a) 15</p>
<p>b) 32</p>
<p>c) 48</p>
<p>d) 125</p>
<p>e) 243</p>
<p>SOLUÇÃO: Atente-se ao assunto análise combinatória, pois, apesar de  não ser lógica propriamente dita, a analise combinatória vem sendo  cobrada nos editais de rac. Lógico e quando isso acontece, pode ter  certeza de que é uma questão certa em sai prova. A figura abaixo ajuda a  visualizar a questão:</p>
<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/we1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1246" title="we" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/we1-300x71.jpg" alt="" width="300" height="71" /></a></p>
<p>Vejamos as restrições:</p>
<p>1 – Só há 3 cores.</p>
<p>2 – Não pode ter duas vagas adjacentes com cores idênticas.</p>
<p>Iremos desta forma preencher a primeira vaga com uma cor, temos, portanto 3 opções.</p>
<p>Ao preencher a segunda vaga, note que há apenas duas opções de cores, pois não pode ser a cor já usada na primeira  vaga.</p>
<p>Ao preencher a terceira vaga, note que há apenas duas opções de cores, pois não pode ser a cor já usada na segunda  vaga.</p>
<p>Ao preencher a quarta vaga, note que há apenas duas opções de cores, pois não pode ser a cor já usada na terceira  vaga.</p>
<p>Ao preencher a quinta vaga, note que há apenas duas opções de cores, pois não pode ser a cor já usada na quarta  vaga.</p>
<p>Com isso, aplica-se o princípio multiplicativo, assim:</p>
<p>3x2x2x2x2 = 48, PORTANTO “LETRA C”.</p>
<p>3- (CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior)  Negar a afirmação “o leão não é feroz e a girafa não gorjeia” equivale a  afirmar que</p>
<p>a) se o leão não é feroz, então a girafa gorjeia.</p>
<p>b) se a girafa não gorjeia, então o leão não é feroz.</p>
<p>c) o leão é feroz, e a girafa gorjeia.</p>
<p>d) o leão não é feroz ou a girafa gorjeia.</p>
<p>e) o leão é feroz ou a girafa não gorjeia.</p>
<p>Vejamos com o auxílio da tabela-verdade:</p>
<p>P:  O leão é Feroz.</p>
<p>Q: A girafa Gorjeia</p>
<p>LETRA “A”</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="96" valign="top">P</td>
<td width="96" valign="top">Q</td>
<td width="96" valign="top">¬P</td>
<td width="96" valign="top">¬Q</td>
<td width="95" valign="top">¬P e ¬Q</td>
<td width="95" valign="top">¬P -&gt; Q</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É nossa resposta.</p>
<p>Tivemos sorte de encontrar a resposta na letra “A”, mas perceba que  não é tão difícil analisar as demais resposta, já que a única coluna que  se modificará é a última, mesmo assim, você ainda tem a visualização  das demais colunas facilitando o processo de resolução, basta  organiza-se na prova. Veja a letra “B”. Apenas a título de informação.</p>
<p>LETRA ” B”</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="96" valign="top">P</td>
<td width="96" valign="top">Q</td>
<td width="96" valign="top">¬P</td>
<td width="96" valign="top">¬Q</td>
<td width="95" valign="top">¬P e ¬Q</td>
<td width="95" valign="top">¬Q -&gt; ¬P</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">F</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">F</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="96" valign="top">V</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
<td width="95" valign="top">V</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>4- (CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior)</p>
<ol>
<li> I) Se beber, então não dirija.<br />
II) Se dirigir, então não beba.<br />
III) Se não beber, então dirija.<br />
IV) Se não dirigir, então beba.<br />
V) Dirija se e somente se não beber.</p>
<p>Analisando-se as afirmações acima, quanto à equivalência lógica entre elas, NÃO se pode afirmar que</li>
</ol>
<p>a) (I) e (II) são equivalentes e (III) e (IV) são equivalentes.</p>
<p>b) (III), (IV) e (V) são equivalentes ou (I) e (II) são equivalentes.</p>
<p>c) Se (I) e (III) forem equivalentes, então (IV) e (V) são equivalentes.</p>
<p>d) Se (I) e (IV) são equivalentes, então (II) e (III) são equivalentes.</p>
<p>e) Se (I) e (II) são equivalentes, então (III), (IV) e (V) são equivalentes.</p>
<p>SOLUÇÃO:</p>
<p>Vamos fazer esta questão, não em forma de revisão, analisando-a como se na prova estivéssemos.</p>
<p>I) Se beber, então não dirija.  (Condicional)<br />
II) Se dirigir, então não beba. (Contra-Positiva de I)</p>
<p>( I e II) São equivalentes.</p>
<p>III) Se não beber, então dirija.<br />
IV) Se não dirigir, então beba. (Contra-Positiva de III)<br />
( III e IV) São equivalentes.</p>
<p>a) (I) e (II) são equivalentes e (III) e (IV) são equivalentes.</p>
<p>Correto, conforme conclusão acima.</p>
<p>b) (III), (IV) e (V) são equivalentes ou (I) e (II) são equivalentes.</p>
<p>Correto, se ( I e II) São equivalentes então é verdade que (III), (IV) e (V) são equivalentes <strong><em><span style="text-decoration: underline;">ou</span></em></strong> (I) e (II) são equivalentes.</p>
<p>c) Se (I) e (III) forem equivalentes, então (IV) e (V) são equivalentes.</p>
<p>Correto, (I e III) Não são equivalentes, então a proposição está  correta, uma vez que a condicional é sempre verdadeira quando a primeira  proposição é falsa.</p>
<p>d) Se (I) e (IV) são equivalentes, então (II) e (III) são equivalentes.</p>
<p>Correto, (I e IV) Não são equivalentes, então a proposição está  correta, uma vez que a condicional é sempre verdadeira quando a primeira  proposição é falsa.</p>
<p>e) Se (I) e (II) são equivalentes, então (III), (IV) e (V) são equivalentes.</p>
<p>Falso, pois (I e II) são equivalentes e (III ,IV, V) não são.</p>
<p>Para melhor visualização da questão, e, respondendo-a de forma mais completa, segue a tabela verdade:</p>
<p>P: Beber</p>
<p>Q: Dirigir</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="564">
<tbody>
<tr>
<td width="35" valign="top"><strong>P</strong></td>
<td width="38" valign="top"><strong>Q</strong></td>
<td width="47" valign="top"><strong>¬P</strong></td>
<td width="47" valign="top"><strong>¬Q</strong></td>
<td width="76" valign="top"><strong>P</strong>-&gt;<strong>¬Q</strong></td>
<td width="76" valign="top"><strong>Q</strong>-&gt;<strong>¬P</strong></td>
<td width="76" valign="top"><strong>¬P</strong>-&gt;<strong>Q</strong></td>
<td width="76" valign="top"><strong>¬Q</strong>-&gt;<strong>P</strong></td>
<td width="94" valign="top"><strong>P&lt;- </strong>-&gt;<strong> </strong><strong>¬Q</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="35" valign="top"><strong>V</strong></td>
<td width="38" valign="top">V</td>
<td width="47" valign="top">F</td>
<td width="47" valign="top">F</td>
<td width="76" valign="top">F</td>
<td width="76" valign="top">F</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="94" valign="top">F</td>
</tr>
<tr>
<td width="35" valign="top"><strong>V</strong></td>
<td width="38" valign="top">F</td>
<td width="47" valign="top">F</td>
<td width="47" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="94" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="35" valign="top"><strong>F</strong></td>
<td width="38" valign="top">V</td>
<td width="47" valign="top">V</td>
<td width="47" valign="top">F</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="94" valign="top">V</td>
</tr>
<tr>
<td width="35" valign="top"><strong>F</strong></td>
<td width="38" valign="top">F</td>
<td width="47" valign="top">V</td>
<td width="47" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">V</td>
<td width="76" valign="top">F</td>
<td width="76" valign="top">F</td>
<td width="94" valign="top">F</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Questões sem comentários:</strong></p>
<p>1- (CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior)Parte superior do formulário</p>
<p>A contrapositiva de uma proposição condicional é uma tautologia.</p>
<p>Porque</p>
<p>A tabela verdade de uma proposição condicional é idêntica à de sua contrapositiva.</p>
<p>Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que</p>
<p>a)   as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.<br />
b) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.<br />
c) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.<br />
d) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.<br />
e) as duas afirmações são falsas.</p>
<p>2-(CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior)  Deseja-se identificar cinco vagas de um estacionamento para uso da  diretoria de uma empresa, cada uma com uma cor. Entretanto, há  restrições: as vagas estão dispostas linearmente e são adjacentes, só há  três cores diferentes no almoxarifado e duas vagas consecutivas não  podem ter a mesma cor.<br />
De quantas maneiras essa identificação é possível?</p>
<p>a) 15</p>
<p>b) 32</p>
<p>c) 48</p>
<p>d) 125</p>
<p>e) 243</p>
<p>3- (CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior)  Negar a afirmação “o leão não é feroz e a girafa não gorjeia” equivale a  afirmar que</p>
<p>a) se o leão não é feroz, então a girafa gorjeia.</p>
<p>b) se a girafa não gorjeia, então o leão não é feroz.</p>
<p>c) o leão é feroz, e a girafa gorjeia.</p>
<p>d) o leão não é feroz ou a girafa gorjeia.</p>
<p>e) o leão é feroz ou a girafa não gorjeia.</p>
<p>4- (CESGRANRIO &#8211; 2011 &#8211; TRANSPETRO &#8211; Analista de Sistemas Júnior)</p>
<ol>
<li> I) Se beber, então não dirija.<br />
II) Se dirigir, então não beba.<br />
III) Se não beber, então dirija.<br />
IV) Se não dirigir, então beba.<br />
V) Dirija se e somente se não beber.</p>
<p>Analisando-se as afirmações acima, quanto à equivalência lógica entre elas, NÃO se pode afirmar que</li>
</ol>
<p>a) (I) e (II) são equivalentes e (III) e (IV) são equivalentes.</p>
<p>b) (III), (IV) e (V) são equivalentes ou (I) e (II) são equivalentes.</p>
<p>c) Se (I) e (III) forem equivalentes, então (IV) e (V) são equivalentes.</p>
<p>d) Se (I) e (IV) são equivalentes, então (II) e (III) são equivalentes.</p>
<p>e) Se (I) e (II) são equivalentes, então (III), (IV) e (V) são equivalentes.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="576" valign="top"><strong>GABARITO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top"><strong>Questão 1</strong></td>
<td width="288" valign="top">Letra D</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top"><strong>Questão 2</strong></td>
<td width="288" valign="top">Letra C</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top"><strong>Questão 3</strong></td>
<td width="288" valign="top">Letra A</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top"><strong>Questão 4</strong></td>
<td width="288" valign="top">Letra E</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Material cedido pelo professor auxiliar Fernando Medeiros</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>É lógico que você vai adorar o conteúdo deste texto</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 19:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lógica]]></category>
		<category><![CDATA[Área Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Questões]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente acha Raciocínio Lógico chato, difícil, complicado, mas a verdade é que a matéria é cobrada em muitas provas, então não dá pra ficar só reclamando, é preciso estudar. Além disso, em relação a outras matérias, o conteúdo de Lógica é menor, o que permite que você aprenda tudo e saia na frente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente acha Raciocínio Lógico chato, difícil, complicado, mas a verdade é que a matéria é cobrada em muitas provas, então não dá pra ficar só reclamando, é preciso estudar. Além disso, em relação a outras matérias, o conteúdo de Lógica é menor, o que permite que você aprenda tudo e saia na frente de muitos outros candidatos.  Está esperando o quê para começar a devorar este &#8220;curso relâmpago&#8221; de Lógica que preparamos?</p>
<p><span id="more-288"></span><strong>Lógica Proposicional</strong></p>
<p>Proposição Simples e Composta, Argumentação lógica – Premissas e Conclusão, Tautologia e Contradição.</p>
<p><strong>1.   Definições:</strong></p>
<p>Nesta parte do curso, traremos algumas definições, que ajudará o desenvolvimento da matéria, são poucas as questões de concursos que abordam esta parte teórica. Uma vez que as provas de Raciocínio- Lógico, não cobrando explicitamente esta parte conceitual. Não obstante, para a melhor compreensão de raciocínio lógico, faz-se necessário entender bem os conceitos que serão apresentados a seguir.</p>
<p>1.1. Proposições.</p>
<p>É  todo conjunto de pensamento, que possa ser classificado como verdadeiro ou falso.</p>
<p>A preposição exprime juízo, afirma fatos. Há uma divergência enorme sobre o conceito de um proposição, não obstante, as bancas tem adotado um núcleo comum, e único, que caracteriza o conceito de proposição é a existência de um valor lógico.</p>
<p>Assim, para que uma expressão de pensamento possa ser caracterizada como proposição faz-se necessário a atribuição de um valor lógico, isto é, tem que ser verdadeira ou falsa, por exemplo.</p>
<p>(a) O Espaço Jurídico é um curso preparatório pra concursos de excelência.</p>
<p>(b) O Naútico é o único hexa campeão Pernambucano.</p>
<p>(c) Recife é a capital de Pernambuco.</p>
<p>Existem assertivas que não podem ser valoradas como verdadeiras ou falsas. Por exemplo:</p>
<p>(a) x+1 = 2</p>
<p>Como x pode ser qualquer valor, não é possível dizer se esta assertiva é verdadeira ou falsa.</p>
<p>Dentro de um texto da questão do concurso <a href="http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/cespe-2010-trt-21a-regiao-rn-tecnico-judiciario-tecnologia-da-informacao">TRT &#8211; 21ª Região (RN) &#8211; Técnico Judiciário &#8211; Tecnologia da Informação</a> 2010 o CESPE define proposição:</p>
<p>“Proposições são sentenças que podem ser julgadas como<br />
verdadeiras — V — ou falsas — F —, de forma que um julgamento<br />
exclui o outro, e são simbolizadas por letras maiúsculas, como<br />
P, Q, R etc.”</p>
<p>Em concurso, apesar de pouco provável, este assunto pode cair da seguinte maneira:</p>
<p>(Banco do Brasil – 2008 CESPE)  A frase “Quanto subiu o percentual de mulheres assalariadas nos últimos 10 anos?” não pode ser considerada uma proposição.</p>
<p>R – A frase é um sentença aberta, não pode ser valorada como verdadeiro ou falso, e por isso, não é proposição.  Gabarito: CERTO.</p>
<p>1.2 Proposições Simples e Compostas.</p>
<p>Chama-se proposição simples aquela em que, em sua estrutura, não comporta mais de uma proposição.</p>
<p>Chama-se proposição composta aquela que, em sua estrutura, comporta mais de uma proposição.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<p>(a)           Lógica é um excelente disciplina ou Etelvino não é aprovado no concurso público.</p>
<p>(b)           Se o sol é amarelo então o céu é lindo.</p>
<p>Observe que cada caso a proposição é formada a partir de outras duas, analisemos o exemplo (a).</p>
<p>p: Lógica é uma excelente disciplina.</p>
<p>q: Etelvino não é aprovado no concurso público.</p>
<p>Perceba que existem duas proposições(simples) que se resumem na seguinte  proposição (composta):</p>
<p>P: p ou q</p>
<p>1.2.1 Conectivos</p>
<p>Conectivos são as palavras usadas para criar novas proposições a partir das proposições simples. Vejamos os conectivos explorados nos concursos.</p>
<p>(a) &#8230;. Ou &#8230;. (Disjunção)</p>
<p>(b) Ou &#8230; Ou (Disjunção Exclusiva)</p>
<p>(c) Não &#8230; (Negação)</p>
<p>(d)&#8230;. E &#8230;. (Conjunção)</p>
<p>(e)  Se &#8230; Então&#8230; (Condicional)</p>
<p>(f)  &#8230;. Se e Somente Se &#8230; (Bi-condicional)</p>
<p>Essas conjunções serão minuciosamente detalhadas a diante, em aulas futuras. Por enquanto, basta ter em mente que elas sevem para ligar proposições simples, formando proposições compostas.</p>
<p>1.3   O Argumento: Premissas e Conclusão</p>
<p>Para compreender o que é um argumento vamos começar por ver o seguinte exemplo:</p>
<p>João — Este quadro é horrível! É só traços e cores! Até eu fazia isto!</p>
<p>Adriana — Concordo que não é muito bonito, mas nem toda a arte tem de ser bela.</p>
<p>João — Não sei… por que razão dizes isso?</p>
<p>Adriana — Porque nem tudo o que os artistas fazem é belo.</p>
<p>João — E depois? É claro que nem tudo o que os artistas fazem é belo, mas daí não se segue nada.</p>
<p>Adriana — Claro que se segue! Dado que tudo o que os artistas fazem é arte, segue-se que nem toda a arte tem de ser bela.</p>
<p>A Arte de Pensar</p>
<p>A Adriana está a argumentar que nem toda a arte é bela. Estamos perante um argumento sempre que alguém apresenta um conjunto de razões a favor de uma idéia.</p>
<p>Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende que uma delas (a conclusão) seja apoiada pelas outras (as premissas).</p>
<p>O argumento da Adriana percebe-se melhor se o escrevermos assim:</p>
<p>Premissa 1: Nem tudo o que os artistas fazem é belo.</p>
<p>Premissa 2: Tudo o que os artistas fazem é arte</p>
<p>Conclusão: Nem toda a arte é bela.</p>
<p>O argumento da Adriana tem duas premissas e uma conclusão. Mas os argumentos podem ter apenas uma premissa, ou mais de duas; contudo, só podem ter uma conclusão.</p>
<p>O argumento, portanto, é o todo, o conjunto de premissas e conclusões.</p>
<p>Premissas são proposições que são verdadeiras e a partir delas é possível chegar a uma conclusão.</p>
<p>A conclusão é uma proposição, criada a partir da analise das premissas, que, com base em equivalências lógicas, são verdadeiras.</p>
<p>É possível cair em concursos questões da seguinte maneira:</p>
<p>(CESPE &#8211; 2010 &#8211; TRT &#8211; 21ª Região (RN) &#8211; Analista Judiciário &#8211; Área Administrativa) O sustentáculo da democracia é que todos têm o direito de votar e de apresentar a sua candidatura. Mas, enganoso é o coração do homem. Falhas administrativas e maior tempo no poder andam de mãos dadas. Por isso, todos precisam ser fiscalizados. E a alternância no poder é imprescindível. Considerando o argumento citado, julgue os itens subsequentes.</p>
<p>1.   A afirmação “E a alternância no poder é imprescindível” é uma premissa desse argumento.</p>
<p>2.   A sentença “Falhas administrativas e maior tempo no poder andam de mãos dadas” é uma premissa desse argumento.</p>
<p>Premissa: “Falhas administrativas e maior tempo no poder andam de mãos dadas.”</p>
<p>Conclusão: “E a alternância no poder é imprescindível.”</p>
<p>O elaborador da questão quer “apenas” a divisão conceitual sobre argumentos, premissas e conclusão.</p>
<p>Veja que o que fundamenta a frase: “E a alternância no poder é imprescindível.”  é a frase “Falhas administrativas e maior tempo no poder andam de mãos dadas.”.</p>
<p>Com isso, conclui-se que o gabarito é ERRADO/CERTO.</p>
<p>1.4   Tautologias, Contradições e Contingências.</p>
<p>Tautologia é uma proposição verdadeira para todas as possíveis valoração de suas variáveis proposicionais. Isto é, independentemente do valor lógico das proposições simples que compõe a proposição composta, esta será sempre verdadeira, vejamos um exemplo.</p>
<p>“<em>Vou ao cinema no final de semana ou não vou ao cinema este final de semana. “</em></p>
<p>Imagine que eu diga isso a minha namorada, analisemos se falei a verdade ou não a ela.</p>
<p>1 – Caso, eu fui ao cinema. Eu disse a verdade!!!</p>
<p>2 – Caso, eu não fui ao cinema. Eu disse a verdade!!!</p>
<p>De forma simplificada, tautologia é uma proposição que é sempre verdadeira.</p>
<p>Contradição é uma proposição falsa para todas as possíveis valoração de suas variáveis proposicionais. Isto é, independentemente do valor lógico das proposições simples que compõe a proposição composta, esta será sempre falsa, vejamos um exemplo.</p>
<p><em>“Eu sou forte e sou fraco”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>A proposição é sempre falsa, independentemente de eu ser forte ou fraco.</p>
<p>De forma simplificada, contradição é uma proposição que é sempre falsa.</p>
<p>Contingência é uma proposição que não é uma tautologia nem uma contradição. Isto é, possui valores verdadeiros e valores falsos a depender dos valores das variáveis proposicionais.</p>
<p>Já caiu em concursos esses conceitos das seguinte maneira:</p>
<p>(VUNESP &#8211; 2009 – CETESB &#8211; Analista Administrativo)  Na lógica proposicional, uma tautologia é uma fórmula proposicional que</p>
<p>a) é falsa para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>b) é verdadeira para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>c) pode ser falsa ou verdadeira para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>d) é falsa para algumas das possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>e) é verdadeira para algumas das possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>Analisemos os conceitos em cada letra:</p>
<p>a) é falsa para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais. <em>(CONTRADIÇÃO)</em></p>
<p>b) é verdadeira para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.<em> (TAUTOLOGIA)</em></p>
<p>c) pode ser falsa ou verdadeira para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.<em> (CONTINGÊNCIA)</em></p>
<p>d) é falsa para algumas das possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.<em> (CONTINGÊNCIA)</em></p>
<p>e) é verdadeira para algumas das possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.<em> (CONTINGÊNCIA)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Gabarito é a letra B.</p>
<p>1.5        Resumindo&#8230;</p>
<p>Você aprendeu:</p>
<p>O que é Proposição:</p>
<p>É  todo conjunto de pensamento, que possa ser classificado como verdadeiro ou falso.</p>
<p>Proposição Simples (ou Atômica):</p>
<p>Toda proposição que não tenha nenhuma outra em sua estrutura.</p>
<p>Proposição Composta (ou Molecular):</p>
<p>Toda proposição que seja formada por mais de uma proposição.</p>
<p>Argumento:</p>
<p>É o conjunto de premissas e conclusões.</p>
<p>Premissas:</p>
<p>São proposições que são verdadeiras e a partir delas é possível chegar a uma conclusão.</p>
<p>Conclusão:</p>
<p>É uma proposição, criada a partir da analise das premissas, que, com base em equivalências lógicas, são verdadeiras.</p>
<p>Tautologia:</p>
<p>É uma proposição verdadeira para todas as possíveis valoração de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>Contradição:</p>
<p>É uma proposição falsa para todas as possíveis valoração de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>Contingência:</p>
<p>É uma proposição que não é uma tautologia nem uma contradição.</p>
<p>1.6 Questões</p>
<p>1.   (Banco do Brasil – 2008 CESPE)  A frase “Quanto subiu o percentual de mulheres assalariadas nos últimos 10 anos?” não pode ser considerada uma proposição.</p>
<p>2. (CESPE &#8211; 2010 &#8211; TRT &#8211; 21ª Região (RN) &#8211; Analista Judiciário &#8211; Área Administrativa) O sustentáculo da democracia é que todos têm o direito de votar e de apresentar a sua candidatura. Mas, enganoso é o coração do homem. Falhas administrativas e maior tempo no poder andam de mãos dadas. Por isso, todos precisam ser fiscalizados. E a alternância no poder é imprescindível. Considerando o argumento citado, julgue os itens subsequentes.</p>
<p>A.  A afirmação “E a alternância no poder é imprescindível” é uma premissa desse argumento.</p>
<p>B.  A sentença “Falhas administrativas e maior tempo no poder andam de mãos dadas” é uma premissa desse argumento.</p>
<p>3. (VUNESP &#8211; 2009 – CETESB &#8211; Analista Administrativo)  Na lógica proposicional, uma tautologia é uma fórmula proposicional que:</p>
<p>a) é falsa para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>b) é verdadeira para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>c) pode ser falsa ou verdadeira para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>d) é falsa para algumas das possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>e) é verdadeira para algumas das possíveis valorações de suas variáveis proposicionais.</p>
<p>Gabarito:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="288" valign="top">Questão – 1</td>
<td width="288" valign="top">CERTO</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Questão – 2</td>
<td width="288" valign="top">ERRADO/CERTO</td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">Questão – 3</td>
<td width="288" valign="top">LETRA B</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>1.7        Bibliografia:</p>
<p>1.   Fundamentos de Matemática Elementar &#8211; VOL. 1 &#8211; CONJUNTOS, FUNÇÕES, Gelson Iezzi e Carlos Murakami.</p>
<p>2.   Iniciação à Lógica Matemática, Edgar de Alencar Filho.</p>
<p>3.   Introdução à Lógica, Cezar A. Mortari .</p>
<p>Material cedido pelo Professor Auxiliar Fernando T N Medeiros</p>
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