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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Lei</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>LICC- Parte 3 (e última!)</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 18:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[LICC]]></category>

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		<description><![CDATA[A hora chegou. Eis a última parte sobre a LICC. Vai ficar com saudades? Ora, é só ler e reler que você mata a saudade e aprende bem direitinho. Como, você não viu as outras partes? Não pode ser. Gente, essa LICC cai, vocês precisam saber direitinho. Então, como somos bonzinhos, vamos relembrar os dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A hora chegou. Eis a última parte sobre a LICC. Vai ficar com saudades? Ora, é só ler e reler que você mata a saudade e aprende bem direitinho. Como, você não viu as outras partes? Não pode ser. Gente, essa LICC cai, vocês precisam saber direitinho. Então, como somos bonzinhos, vamos relembrar os dias das outras partes, ok? Lá vai: dia 02/06 e dia 10/06. Aproveitem e leiam tudo. <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ah, e não esqueçam, para aumentar as imagens, basta clicar em cima delas.</p>
<p><span id="more-623"></span></p>
<p><strong>6. Eficácia da Lei No Espaço </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O Brasil segue o sistema da territorialidade moderada e, sujeita-se a regras que determinam quando e em que casos pode ser invocado direito alienígena.</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-624" title="1" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/1-300x91.jpg" alt="" width="300" height="91" /></a><br />
</span></p>
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<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-625" title="2" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/2-283x300.jpg" alt="" width="283" height="300" /></a><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-626" title="3" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/3-300x283.jpg" alt="" width="300" height="283" /></a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">1-<span style="color: #000000;">Qualquer que seja a situação dos bens.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">2- <span style="color: #000000;">os impedimentos absolutos e relativos Arts.1.521, 1.548 inc. I e 1.550, do CC. <strong>Não se aplicam</strong>: os impedimentos proibitivos ou meramente impedientes, que não invalidam o casamento e são considerados apenas<strong> ‘causas supensivas</strong>”. <strong>Foge a esta regra o casamento celebrado no Brasil, porém, perante autoridade consular do país dos nubentes estrangeiros, hipótese em que valerá a lei do país do celebrante</strong>.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">3- <span style="color: #000000;">A sucessão de bens de estrangeiro situados no Brasil será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do<em> de cujus</em> (§1º, Art.10).</span></span></p>
<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-628" title="4" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/4-300x140.jpg" alt="" width="300" height="140" /></a></p>
<p>Material cedido pelo professor auxiliar Felipe Azevedo</p>
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		<title>Alteração do Código de Processo Penal &#8211; Parte 3 (OBA!)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 12:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Processo Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Alteração]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente, chegou a terceira parte sobre as mudanças no código de processo penal. Você que vem acompanhando tudo, hoje vai ter a chance de ler ainda mais e você que não acompanhou nada até agora&#8230; Tsc Tsc Tsc, q feio, hein?  Mas não se preocupe, cheque os posts dos dias 14 e 16 de junho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, chegou a terceira parte sobre as mudanças no código de processo penal. Você que vem acompanhando tudo, hoje vai ter a chance de ler ainda mais e você que não acompanhou nada até agora&#8230; Tsc Tsc Tsc, q feio, hein?  Mas não se preocupe, cheque os posts dos dias 14 e 16 de junho para descobrir do que estamos falando. <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-600"></span></p>
<p>Dando continuidade às considerações a respeito da Lei 12.403/11 que alterou os dispositivos relativos à prisão processual, fiança, liberdade provisória, e nos trouxe várias novas medidas cautelares diversas da prisão, vamos hoje analisar quais as novidades quanto a decretação da prisão preventiva, e as mudanças significativas no instituto da fiança.</p>
<p>Uma vez recebido o auto de prisão em flagrante, necessariamente o juiz terá que tomar uma atitude, seja relaxando a prisão (se esta for ilegal) ou concedendo liberdade provisória (se ausente os requisitos do art. 312) ou ainda, converter a prisão em flagrante em preventiva (se não se enquadrar em nenhuma das duas situações anteriores). Percebam que não poderá o preso permanecer em cárcere sem uma decretação fundamentada de sua prisão preventiva, salvo no caso da temporária. Uma vez cessado o estado de flagrância, não há porque subsistir esse tipo de prisão. Sendo assim, terá o magistrado que converter, se for o caso, a prisão em flagrante em prisão preventiva. Vejam como ficará a redação do artigo 310 do CPP:</p>
<p>“Ao receber o auto de prisão em flagrante, o juiz deverá fundamentadamente:</p>
<p>I &#8211; relaxar a prisão ilegal; ou</p>
<p>II &#8211; converter a prisão em flagrante em preventiva, quando presentes os requisitos constantes do art. 312 deste Código, e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão; ou</p>
<p>III &#8211; conceder liberdade provisória, com ou sem fiança.</p>
<p>Parágrafo único.  Se o juiz verificar, pelo auto de prisão em flagrante, que o agente praticou o fato nas condições constantes dos incisos I a III do caput do art. 23 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 &#8211; Código Penal, poderá, fundamentadamente, conceder ao acusado liberdade provisória, mediante termo de comparecimento a todos os atos processuais, sob pena de revogação&#8221;.</p>
<p>Um detalhe muito importante que a Lei nº12403/11 nos trouxe foi a proibição de o juiz decretar ex ofício a prisão preventiva na fase de inquérito policial. <strong>Pode ter certeza que isso será uma questão certa nas próximas provas</strong>. Com uma redação um pouco retorcida, mas que dá para entender, o legislador no art. 311 retirou essa possibilidade que antes o magistrado tinha de decretar a preventiva na fase de investigação criminal, independentemente do requerimento de quem quer que seja.</p>
<p>“Art. 311.  Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz, de ofício, se no curso da ação penal, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade policial.”</p>
<p>Uma vez preenchido os requisitos do art. 312 do CPP e não sendo possível a utilização de qualquer uma das medidas cautelares diversas da prisão previstas no art. 319, será admitida a decretação da prisão preventiva. Antes, a regra era sua decretação para os crimes dolosos punidos com reclusão, ou detenção só se o indiciado fosse vadio ou houvesse duvida sobre a sua identidade&#8230; Esqueçam isso, pelo menos após o próximo dia 04/07/11 que é quando entra em vigor a nova lei. Acontece que agora, não importa se o crime é punido com reclusão ou detenção, o legislador utilizou como parâmetro apenas o tempo da pena máxima privativa de liberdade quando superior a quatro anos.</p>
<p>“Art. 313.  Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:</p>
<p>I &#8211; nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;</p>
<p>II &#8211; se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado, ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 64 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 &#8211; Código Penal;</p>
<p>III &#8211; se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;</p>
<p>As regras para concessão de fiança pela autoridade policial também mudaram, por isso, aposto em uma questão sobre esse assunto nas próximas provas de delegado. Antes, a autoridade policial só poderia conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples. Agora, utilizando-se a mesma ideia do novo Art. 313, I, do CPP, se a pena privativa de liberdade não for superior a quatro anos, ou seja, não for o caso de admissão de decretação da prisão preventiva, poderá a autoridade policial conceder fiança, independentemente se o crime for punido com reclusão ou detenção.</p>
<p>“Art. 322.  A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a 4 (quatro) anos.</p>
<p>Parágrafo único.  Nos demais casos, a fiança será requerida ao juiz, que decidirá em 48 (quarenta e oito) horas.” (NR)</p>
<p>“Art. 323.  Não será concedida fiança:</p>
<p>I &#8211; nos crimes de racismo;</p>
<p>II &#8211; nos crimes de tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, terrorismo e nos definidos como crimes hediondos;</p>
<p>III &#8211; nos crimes cometidos por grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático;</p>
<p>“Art. 324.  Não será, igualmente, concedida fiança:</p>
<p>I &#8211; aos que, no mesmo processo, tiverem quebrado fiança anteriormente concedida ou infringido, sem motivo justo, qualquer das obrigações a que se referem os arts. 327 e 328 deste Código;</p>
<p>II &#8211; em caso de prisão civil ou militar;</p>
<p>IV &#8211; quando presentes os motivos que autorizam a decretação da prisão preventiva (art. 312).” (NR)</p>
<p>Em nossa próxima e última postagem sobre a Lei nº 12.403/11 veremos que o legislador fez renascer a fiança em nosso ordenamento jurídico, instituto que a muito tempo estava em desuso, praticamente abolido. Só lembrando que embora em alguns momentos utilizássemos expressões do tipo, “antes era assim”, “agora as regras mudaram”, temos que esperar a entrada em vigor da lei, que ocorrerá no próximo dia 04/07/11. Portanto, até lá, não devemos descartar o texto antigo/atual do nosso Código de Processo Penal.</p>
<p>Material cedido pelo professor auxiliar Rômulo Tadeu</p>
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