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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Informativo</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>Como os Tribunais Superiores entendem o Art. 285-A do Código de Processo Civil</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 12:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Processo Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>

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		<description><![CDATA[A gente sempre faz uma introdução antes dos professores entrarem com algum comentário, mas esse início do material enviado pela professora auxiliar Renata Pereira já diz tudo, então vamos a ele: Em aula, o professor Leonardo Cunha mencionou esse recente entendimento do STJ acerca do art. 285-A do CPC. O referenciado artigo é um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>A gente sempre faz uma introdução antes dos professores entrarem com algum comentário, mas esse início do material enviado pela professora auxiliar Renata Pereira já diz tudo, então vamos a ele:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Em aula, o professor Leonardo Cunha mencionou esse recente entendimento do STJ acerca do art. 285-A do CPC.</p>
<p>O referenciado artigo é um dos institutos aplicados às causas repetitivas e consiste na reprodução da sentença de total improcedência proferida no juízo em outros casos idênticos, quando a matéria controvertida for unicamente de direito.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O STJ impôs limitação à aplicação desse artigo, então leiam o informativo e fiquem atualizados.</strong></p>
<p><strong><span id="more-1411"></span><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>INFORMATIVO 477 DO STJ</strong></p>
<p><strong>ART. 285-A DO CPC. ENTENDIMENTO. TRIBUNAIS SUPERIORES.</strong><br />
A Turma entendeu que a aplicação do art. 285-A do CPC supõe que a sentença de improcedência <em>prima facie</em> esteja alinhada ao entendimento cristalizado nas instâncias superiores, especialmente no STJ e no STF. Segundo o Min. Relator, os casos em que o CPC permite o julgamento liminar ou monocrático baseiam-se na solidez da jurisprudência, não havendo como se dissociar dessa técnica quando da utilização do dispositivo em comento. Ressaltou que a Lei n. 11.277/2006, ao incluí-lo no código processual, trouxe mecanismo voltado à celeridade e racionalidade processuais, o que não seria alcançado caso fosse permitida a prolação de decisões contrárias aos posicionamentos já consolidados. <strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201109398" target="_blank">REsp 1.109.398-MS</a>, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, julgado em 16/6/2011.</strong></p>
<p>Material enviado pela professora auxiliar Renata Pereira</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
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		<title>Informamos que o trocadilho é ruim, mas o Informativo é ótimo.</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 12:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Processo Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Informativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingão, nada melhor do que um Informativo. Esse é de Processo Civil. É bom ficar de olho. E acompanha comentário, hein. Aproveitem INFORMATIVO 424 STJ PENHORA. OFICIAL. JUSTIÇA. COMARCA DIVERSA. Trata-se de REsp em que se discute a legalidade da penhora realizada por oficial de justiça pertencente à comarca diversa daquela em que se localiza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingão, nada melhor do que um Informativo. Esse é de Processo Civil. É bom ficar de olho. E acompanha comentário, hein. Aproveitem <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-351"></span><strong>INFORMATIVO 424 STJ</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PENHORA. OFICIAL. JUSTIÇA. COMARCA DIVERSA.</strong></p>
<p>Trata-se de REsp em que se discute a legalidade da penhora realizada por oficial de justiça pertencente à comarca diversa daquela em que se localiza o bem imóvel penhorado. Inicialmente, observou-se que acarretaria reexame do conjunto fático-probatório (Súm. n. 7-STJ) rever a conclusão das instâncias ordinárias no sentido de que a diligência realizada pelo oficial de justiça, embora fora da comarca em que serve, não trouxe qualquer prejuízo às partes, bem como de que atingiu o fim colimado para o ato. Por outro lado, o acórdão recorrido, ao decidir pela manutenção da penhora efetivada, com fundamento nos arts. 244 e 245 do CPC, levando em conta o princípio da instrumentalidade, não divergiu do entendimento deste Superior Tribunal, que, em hipótese análoga, considerou válidos os atos que, se realizados de outro modo, alcançam a finalidade, caso a lei não preveja cominação de nulidade. Quanto à alegada violação do art. 1º da Lei n. 8.009/1990 (impenhorabilidade do bem de família), constatou-se a falta do necessário prequestionamento, incidindo, assim, as Súmulas ns. 282 e 356 do STF. Diante disso, a Turma não conheceu do recurso. Precedente citado: REsp 68.264-RS, DJ 30/6/1997. <strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%20523466" target="new">REsp 523.466-MG</a>, Rel. Min. Fernando Gonçalves, julgado em 23/2/2010.</strong></p>
<p><strong><em>Comentários:</em></strong></p>
<p>Aplicou-se ao caso o princípio da instrumentalidade das formas, sendo considerada válida a penhora realizada por oficial de justiça de comarca diversa da situação do bem imóvel penhorado, tendo em vista a inexistência de prejuízos às partes. A decisão fundamentou-se nos arts. 244 e 245 do CPC e no próprio entendimento do Superior Tribunal em outros casos semelhantes.</p>
<p>Consoante os ensinamentos de Cintra, Grinover e Dinamarco: “&#8230; o que interessa, afinal, é o objetivo do ato, não o ato em si mesmo.&#8221;<sup> </sup>Essa diretriz se traduz no princípio da instrumentalidade das formas”.</p>
<p>No tocante a suscitada violação da Lei de impenhorabilidade do bem de família, a decisão respaldou-se nas súmulas 282 e 356 do STF cujos conteúdos seguem: ﻿</p>
<p><strong>Súmula 282</strong>- É inadmissível o recurso extraordinário, quando não ventilada, na decisão recorrida, a questão federal solicitada.</p>
<p><strong>Súmula 356</strong>- O ponto omisso da decisão, sobre o qual não foram opostos embargos declaratórios, não pode ser objeto de recurso extraordinário, por faltar o requisito do prequestionamento.</p>
<p>﻿Material cedido pelaprofessora auxiliar Renata Pereira</p>
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		<title>Para quem quer saber mais sobre contribuição sindical</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/279/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 18:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Área Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[Informativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você encontra na Constituição Federal, Art. 8º, a Associação Sindical. Já aqui, você vai encontrar um julgado sobre o assunto em um dos últimos informativos do STJ que fala sobre a contribuição sindical. É bom ficar por dentro, né? De nada. Informativo Nº: 0471 – Segunda Turma: Contribuição Sindical- Inativos. A jurisprudência deste Superior Tribunal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você encontra na Constituição Federal, Art. 8º, a Associação Sindical. Já aqui, você vai encontrar um julgado sobre o assunto em um dos últimos informativos do STJ que fala sobre a contribuição sindical. É bom ficar por dentro, né? De nada. <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> <span id="more-279"></span></p>
<p>Informativo Nº: 0471 – Segunda Turma:</p>
<p><strong>Contribuição Sindical- Inativos. </strong></p>
<p>A jurisprudência deste Superior Tribunal afirma que a contribuição sindical, disposta no art. 578 e seguintes da CLT, é devida por todos os trabalhadores de determinada categoria, inclusive pelos servidores civis, independentemente do regime jurídico que estabelece o vínculo, celetista ou estatutário. Contudo a referida contribuição não atinge os inativos, pois eles não integram a mencionada categoria em razão de inexistência de vínculo com a administração pública federal, estadual e municipal, direta e indireta. O inativo somente está vinculado com o regime previdenciário. Precedentes citados: MS 15.146-DF, DJe 4/10/2010; REsp 1.192.321-RS, DJe 8/9/2010, e RMS 30.930-PR, DJe 17/6/2010. REsp 1.225.944-RS, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em 5/5/2011.</p>
<p>De acordo com esse entendimento, os servidores públicos estão sujeitos ao pagamento de contribuição sindical às entidades de classe. Esse tributo, todavia, não é devido por aquele que já se encontra aposentado, denominado “inativo”.</p>
<p>Por fim, vale aqui uma observação. O Estatuto da OAB  isenta os advogados, nela inscritos, do pagamento da contribuição sindical. Ao julgar a constitucionalidade deste dispositivo (Adin n° 2522/2001), o Supremo Tribunal Federal entendeu que tal dispositivo não fere a Constituição e, com isso, seria constitucional.</p>
<p>Feita essa consideração, conclui-se que os advogados públicos, mesmo sendo servidores, não estão sujeitos ao pagamento da referida contribuição sindical, também conhecida por imposto sindical.</p>
<p>Material enviado pelo Professor Auxiliar Alfredo Bandeira</p>
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