<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Embriaguez</title>
	<atom:link href="http://www.espacojuridico.com/blog/tag/embriaguez/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.espacojuridico.com/blog</link>
	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 May 2017 05:45:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Embriaguez em questão</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/embriaguez-em-questao/</link>
		<comments>http://www.espacojuridico.com/blog/embriaguez-em-questao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 11:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Embriaguez]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.espacojuridico.com/blog/?p=3704</guid>
		<description><![CDATA[Apesar do que o título sugere não vamos discutir a embriaguez doença, mas sim a embiraguez no Direito Penal. Isso tudo com uma questão, um comentário e um super esquema. Ahh, que é isso, não precisa agradecer. (FCC / Analista Judiciário &#8211; Área Administrativa – TRE AP / 2011) Exclui a imputabilidade penal, nos termos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do que o título sugere não vamos discutir a embriaguez doença, mas sim a embiraguez no Direito Penal. Isso tudo com uma questão, um comentário e um super esquema. Ahh, que é isso, não precisa agradecer. <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-3704"></span></p>
<p><strong>(FCC / Analista Judiciário &#8211; Área Administrativa – TRE AP / 2011) </strong> Exclui a imputabilidade penal, nos termos preconizados pelo Código Penal,</p>
<p>(A) a embriaguez voluntária pelo álcool ou substância de efeitos análogos.</p>
<p>(B) a emoção e a paixão.</p>
<p>(C) a embriaguez culposa pelo álcool ou substância de efeitos análogos.</p>
<p>(D) se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado, não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.</p>
<p>(E) a embriaguez completa proveniente de caso fortuito ou força maior, se o agente era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.</p>
<p><strong>Comentários</strong>:</p>
<p>Alternativa correta dessa questão é a letra E, pois a única embriaguez que isenta o agente de pena é a embriaguez acidental e completa, prevista no artigo 28 do CP.</p>
<p><strong>Art. 28: não isenta o agente de pena: </strong></p>
<p>II &#8211; a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos.</p>
<p>§ 1<strong>º</strong> &#8211; É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.</p>
<p>§ 2<strong>º</strong> &#8211; A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, por embriaguez, proveniente de caso fortuito ou força maior, não possuía, ao tempo da ação ou da omissão, a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.</p>
<p>Então vejam as hipóteses de embriguez:</p>
<p>a) VOLUNTÁRIA</p>
<p>A EMBRIAGUEZ NÃO-ACIDENTAL VOLUNTÁRIA O AGENTE QUER SE EMBRIAGAR.</p>
<p>b)CULPOSA</p>
<p>NA EMBRIAGUEZ CULPOSA (COMPLETA OU INCOMPLETA) O AGENTE NÃO QUER EMBRIAGAR-SE, MAS <em>AGE IMPRUDENTEMENTE </em>INGERINDO DOSES EXCESSIVAS E ACABA SE  EMBRIAGRANDO</p>
<p>C) ACIDENTAL</p>
<p>É AQUELA PROVENIENTE DE <em>CASO FORTUITO </em>OU <em>FORÇA MAIOR.</em></p>
<p>A <strong>EMBRIAGUEZ ACIDENTAL </strong>NÃO É PREORDENADA E NEM CULPOSA, MAS SIM DECORRENTE DE CASO FORTUITO OU FORÇA MAIOR.</p>
<p>Pode ser total (isenta o agente de pena) ou parcial (reduz a pena)</p>
<p>D) EMBRIAGUEZ PATOLÓGICA</p>
<p>EXCLUI A IMPUTABILIDADE A EMBRIAGUEZ SE, POR SER UMA <strong>PATOLOGIA</strong>, O AGENTE ERA <strong><em>INTEIRAMENTE INCAPAZ </em></strong>DE ENTENDER O CARÁTER ILÍCITO DA SUA CONDUTA OU DE DETERMINAR-SE DE ACORDO COM ESTE ENTENDIMENTO (APLICA O ART. 26, CAPUT, CP)</p>
<p>E) EMBRIAGUEZ PREORDENADA</p>
<p>OCORRE A EMBRIAGUEZ PREORDENADA QUANDO O AGENTE JÁ SE EMBRIAGA <em>PARA TER CORAGEM DE PRATICAR </em>O CRIME (É UMA AGRAVANTE).</p>
<p>Contudo a única embriaguez que isenta o agente de pena é a acidental e desde que ela seja total, ou seja, completa.</p>
<p>E por fim é oportuno mencionar que de acordo com o art. 28 do CP a emoção, a paixão e a embriaguez voluntária ou culposa não excluem a imputabilidade.</p>
<p>Assim vejam as hipóteses de embriaguez:</p>
<p><a href="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2012/10/esquema.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3705" title="esquema" src="http://www.espacojuridico.com/blog/wp-content/uploads/2012/10/esquema.png" alt="" width="590" height="368" /></a></p>
<p>Cedido pela professora auxiliar Wannini Galiza</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.espacojuridico.com/blog/embriaguez-em-questao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
