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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Dolo</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>Sobre o Dolo, o que é possível afirmar?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 10:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Dolo]]></category>
		<category><![CDATA[Questão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma questão sobre dolo para você começar bem os estudos de Penal. Vamos lá. Só não vale começar pela resposta, viu! Tem que ler tudinho, pensar, marcar e só depois comemorar o fato de você ter acertado. E se não acertou, bem, não erra mais! (Prova: UEG &#8211; NÚCLEO &#8211; 2008 &#8211; PC-GO &#8211; Delegado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão sobre dolo para você começar bem os estudos de Penal. Vamos lá. Só não vale começar pela resposta, viu! Tem que ler tudinho, pensar, marcar e só depois comemorar o fato de você ter acertado. E se não acertou, bem, não erra mais!</p>
<p><span id="more-3864"></span></p>
<p>(Prova: UEG &#8211; NÚCLEO &#8211; 2008 &#8211; PC-GO &#8211; Delegado de Polícia) Sobre o dolo, é CORRETO afirmar:</p>
<p>a)  o dolo direto de segundo grau compreende os meios de ação escolhidos  para realizar o fim, incluindo os efeitos secundários representados como  certos ou necessários, independentemente de serem esses efeitos ou  resultados desejados ou indesejados pelo autor.</p>
<p>b) age com culpa  consciente aquele químico que manipula fórmulas para produção de  alimentos sem as devidas cautelas relativas à contaminação; no entanto,  sabedor do perigo, continua a atuar e acaba, desse modo, causando lesão à  saúde dos consumidores.</p>
<p>c) no dolo de primeiro grau, o agente busca indiretamente a realização do tipo legal.</p>
<p>d) o Código Penal pátrio, no artigo 18, inciso I, adotou somente a teoria da vontade.</p>
<p>RESOLUÇÃO:</p>
<p>A)  CORRETA. O denominado dolo direto de segundo grau é aquele que decorre  do meio escolhido para a prática do delito, em outras palavras, diz  respeito a um efeito colateral típico decorrente do meio escolhido e  admitido, pelo autor, como certo ou necessário.</p>
<p>Vejamos: no dolo  direto de segundo grau o agente tem consciência e vontade de concretizar  os requisitos objetivos do tipo. Porém, sua conduta conduzirá e gerará  efeito colateral típico.</p>
<p>Repise-se, este resultado colateral é decorrente do meio escolhido pelo sujeito.</p>
<p>Exemplo  citado pela doutrina alemã: o dono provoca o incêndio em seu navio com o  propósito de enganar a seguradora. As mortes dos passageiros e dos  tripulantes constituem efeitos colaterais típicos decorrentes do meio  escolhido (incêndio). Com uma só conduta o agente pratica vários crimes  (concurso formal). Entretanto, se o agente desejava inequivocamente a  morte de cada uma das vítimas, resulta configurado o concurso formal  impróprio.</p>
<p>ERRADA. Na culpa consciente o agente sabe do perigo, porém acredita  fielmente que o resultado não ocorrerá, assim, diferente do Dolo  Eventual no qual o agente sabe do perigo e fica indiferente quanto a  possibilidade de se produzir o resultado, aceitando o risco.</p>
<p>C) ERRADA. No dolo de primeiro grau o agente busca diretamente a realização da figura típica.</p>
<p>D)  ERRADA. O Código Penal adota a Teoria da Vontade na 1ª parte do Inc. I  do Art. 18, e a Teoria do Consentimento na 2ª parte do mesmo inciso.</p>
<p>Cedido pelo professor auxiliar Alexandre Zamboni.</p>
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		<title>Questão de Direito Penal aportando por aqui</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 13:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Dolo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos fazer uma questão de Direito Penal sobre dolo? Vamos, lógico, vocês dizem. Então tá certo, quem chegar primeiro é o aprovado! Nossa, como vocês foram rápidos! (Prova: CONSULPLAN &#8211; 2012 &#8211; TSE &#8211; Analista Judiciário &#8211; Área Judiciária) Tício resolve matar Mévio, seu desafeto. Para tanto, coloca uma bomba num avião no qual ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos fazer uma questão de Direito Penal sobre dolo? Vamos, lógico, vocês dizem. Então tá certo, quem chegar primeiro é o aprovado! Nossa, como vocês foram rápidos! <img src='http://www.espacojuridico.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-3541"></span></p>
<p>(Prova:  CONSULPLAN &#8211; 2012 &#8211; TSE &#8211; Analista Judiciário &#8211; Área Judiciária) Tício  resolve matar Mévio, seu desafeto. Para tanto, coloca uma bomba num  avião no qual ele viajava do Rio de Janeiro para São Paulo. Partindo do  pressuposto de que a explosão de uma bomba no avião, necessariamente,  causaria a morte dos outros passageiros, mas sem que Tício desejasse a  morte deles, pode-se afirmar que de acordo com a moderna doutrina do  direito penal, o dolo de Tício será</p>
<p>a) direto de primeiro grau em relação a Mévio e direto de segundo grau em relação aos demais passageiros.</p>
<p>b) determinado em relação a Mévio e alternativo em relação aos demais passageiros.</p>
<p>c) indireto em relação a Mévio e direto em relação aos demais passageiros.</p>
<p>d) normativo em relação a Mévio e natural em relação aos demais passageiros.</p>
<p>RESOLUÇÃO:</p>
<p>A) Correta! Dolo direto – Quando o agente quer, efetivamente, cometer a  conduta descrita no tipo. O agente, nesta espécie de dolo, pratica sua  conduta dirigindo-a finalisticamente à produção do resultado por ele  pretendido inicialmente. No dolo direto, o agente quer praticar a  conduta descrita no tipo. Quer preencher os elementos objetivos  descritos em determinado tipo penal. É o dolo por excelência. Dolo de  primeiro grau – O dolo direto em relação ao fim proposto e aos meios  escolhidos. (ex: Alvo principal de um ataque terrorista) Dolo de segundo  grau– O dolo direto em relação aos efeitos colaterais, representados  como necessários, é classificado como de segundo grau. (Ex: vítimas  colaterais atingidas pelo campo de explosão da bomba).</p>
<p>B)  Errada. Não existe o dolo alternativo em relação aos passageiros. Dolo  indireto alternativo – Quando o aspecto volitivo do agente se encontra  direcionado, de maneira alternativa, seja em relação ao resultado  (vontade de ferir ou matar vítima) ou em relação à pessoa (quer matar  uma ou outra pessoa) contra qual o crime é cometido. Quando a  alternatividade do dolo disser respeito ao resultado, fala-se em  alternatividade objetiva, quando a alternatividade se referir à pessoa a  contra qual o agente dirige sua conduta, a alternatividade será  subjetiva.</p>
<p>C) Errada. O dolo em relação a Mévio é direto.</p>
<p>D) Errada. Não há nem dolo normativo nem dolo natural (é específico).</p>
<p>Cedido pelo professor auxiliar Alexandre Zamboni.</p>
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