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	<title>Blog do Espaço Jurídico &#187; Crime culposo</title>
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	<description>Cursos Online, concursos públicos</description>
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		<title>Qual a diferença entre crime culposo consciente e crime culposo inconsciente?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 11:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Crime culposo]]></category>
		<category><![CDATA[Diferença]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixe a culpa de lado por ter aproveitado mais do que devia o carnaval. Agora é hora de estudar com tudo! Hoje vamos ver um assunto de Direito Penal que adora aparecer nas provas: o crime culposo e sua variação de consciente e inconsciente. Vamos lá? Na culpa inconsciente, também chamada de culpa clássica, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixe a culpa de lado por ter aproveitado mais do que devia o carnaval. Agora é hora de estudar com tudo! Hoje vamos ver um assunto de Direito Penal que adora aparecer nas provas: o crime culposo e sua variação de consciente e inconsciente. Vamos lá?</p>
<p><span id="more-3995"></span></p>
<p>Na culpa inconsciente, também chamada de culpa clássica, o agente tem  a previsibilidade do resultado lesivo (possibilidade de prever o  resultado) e a ausência de previsão (podia prever, mas não previu),  dando causa ao resultado danoso involuntário.</p>
<p>Ex: A, dirigindo em alta velocidade perto de uma escola, por imprudência, atropela uma criança, causando-lhe a morte.</p>
<p>“A” possuía a previsibilidade objetiva (qualquer pessoa poderia prever  que uma criança poderia atravessar a rua), todavia não previu (ausência  de previsão) e, por imprudência (uma das formas de cometimento do crime  culposo) deu causa ao resultado lesivo involuntário (não queria a morte da criança, mas esta ocorreu).</p>
<p>Na culpa consciente, o agente tem a previsibilidade do resultado lesivo  (possibilidade de prever o resultado), todavia em vez de ausência de  previsão, ele, de fato, prevê o resultado. Entretanto, não quer este e  espera, sinceramente, que o mesmo não ocorra.</p>
<p>Ex: “A”, dirigindo em alta velocidade, constata que o sinal a sua  frente ficou amarelo. Em vez de frear o carro, ele acelera, prevendo que  alguém poderia querer atravessar o sinal quando o mesmo avermelhasse,  mas ele acreditava que seria rápido o suficiente para passar o sinal antes que o mesmo fechasse. Todavia, “A” atropela e  mata “B”.</p>
<p>“A”, dirigindo em alta velocidade (imprudentemente), constata que o  sinal a sua frente ficou amarelo. Em vez de frear o carro, ele acelera,  prevendo (previsibilidade subjetiva + previsão) que alguém poderia  querer atravessar o sinal quando o mesmo avermelhasse, mas ele acreditava que seria rápido o suficiente para passar o sinal  antes que o mesmo fechasse (não queria o resultado, acreditava  sinceramente que o mesmo não iria ocorrer). Todavia, “A” atropela e mata  “B”. (Resultado lesivo involuntário).</p>
<p>Cedido pelo professor auxiliar Alexandre Zamboni.</p>
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		<title>Culpa sua se não aprender: crime culposo</title>
		<link>http://www.espacojuridico.com/blog/culpa-sua-se-nao-aprender-crime-culposo/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 13:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Crime culposo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ahhh vá, vocês estavam com saudades dos trocadilhos ruins do blog, não? Não? Certo, a gente entende o porquê. Mas, mesmo tristes com a sinceridade de vocês, aqui vai uma linda questão sobre crime culposo. Claro que vem recheada de comentários, então aproveite! (FCC &#8211; 2011 &#8211; TCE-SP &#8211; Procurador) No tocante ao crime culposo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ahhh vá, vocês estavam com saudades dos trocadilhos ruins do blog, não? Não? Certo, a gente entende o porquê. Mas, mesmo tristes com a sinceridade de vocês, aqui vai uma linda questão sobre crime culposo. Claro que vem recheada de comentários, então aproveite!</p>
<p><span id="more-3487"></span></p>
<p>(FCC &#8211; 2011 &#8211; TCE-SP &#8211; Procurador) No tocante ao crime culposo, é possível assegurar que</p>
<p>a) a inobservância de disposição regulamentar não faz presumir a culpa.</p>
<p>b) a culpa concorrente da vítima exclui a do acusado.</p>
<p>c) é desnecessária previsão de punição a título de culpa na respectiva figura penal.</p>
<p>d) é admissível a tentativa.</p>
<p>e) é dispensável a previsibilidade do resultado.</p>
<p>RESOLUÇÃO:</p>
<p>a) a inobservância de disposição regulamentar não faz presumir a culpa. &#8211; CORRETA.</p>
<p>Guilherme de Souza Nucci (Manual parte geral e especial, 4 ed, p. 225): &#8220;não existe culpa presumida, visto que a culpa há de ser demonstrada e provada pela acusação. Falava-se, no passado, na presunção de culpa, quando o agente descumpria norma regulamentar e dava margem à ocorrência de um resultado danoso. Exemplo: aquele que dirigia sem habilitação, envolvendo-se num acidente, seria o culpado, pois estaria infringindo norma regulamentar não autorizadora da direção sem autorização legal&#8221;.</p>
<p>b) a culpa concorrente da vítima exclui a do acusado. &#8211; ERRADA</p>
<p>A culpa concorrente não exclui a culpa do acusado, mas pode atenua-la. Nucci utriliza como exemplo um acidente de veículos, onde vários condutores deram causa a ele. &#8220;Todos podem responder igualmente pelo evento, já que todos, embora sem vinculação psicológica entre si, atuaram com imprudência&#8221;.</p>
<p>c) é desnecessária previsão de punição a título de culpa na respectiva figura penal. ERRADA</p>
<p>É necessária, conforme o art. 18, parágrafo único, do CP &#8211; Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.</p>
<p>d) é admissível a tentativa. &#8211; ERRADA</p>
<p>Os crimes culposos não admitem tentativa, &#8220;pois o resultado é sempre involuntário&#8221;. No tipo culposo, &#8220;não há resultado desejado &#8211; torna-se incompatível a figura da tentativa, devendo haver punição apenas pelo resultado efetivamente atingido</p>
<p>e) é dispensável a previsibilidade do resultado. &#8211; ERRADA</p>
<p>É indispensável. Na culpa inconsciente, o agente tem previsibilidade do resultado. Já na culpa consciente, o agente tem a previsão do resultado. Em ambas as modalidades, o agente não assume o risco, o que ocorre no dolo eventual.</p>
<p>GABARITO: A.<a href="http://hospedagemdesites.wordpress.com/2012/08/13/comparando-hospedagem-no-brasil-e-no-exterior/" target="_blank"><img src="http://gfx2.hotmail.com/mail/w4/pr04/ltr/i_safe.gif" border="0" alt="ospedar site gratis" width="1" height="1" /></a></p>
<p>Cedido pelo professor auxiliar Alexandre Zamboni.</p>
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